Neste domingo (11), cerca de 5 milhões de eleitores vão às urnas no Pará responder se querem ou não a divisão do estado para a criação de mais duas novas unidades da federação: Tapajós e Carajás.
Ao ser perguntado sobre a relevância do impacto econômico para a divisão, o presidente do TSE destacou que o Tocantins, desmembrado de Goiás em 1988, é uma experiência "bem-sucedida" de fracionamento territorial. Ele destaca, no entanto, que a população paraense tem que "sopesar a relação custo-benefício" em razão da crise financeira internacional.
"O caso do Tocantins é uma experiência bem-sucedida. Está se desenvolvendo bem, progredindo. Isso mostra que é possível, sem prejuízo para o todo, a divisão do país em mais estados, considerando, por exemplo, que temos regiões em que os serviços públicos não chegam. No entanto, a grande pergunta que se coloca é se é oportuna a divisão nesse momento, tendo em conta a crise mundial econômica que se vive e que pode chegar ao país. A criação de novos estados envolve gastos da União, que terá de contribuir para que os novos estados dêem os primeiros passos com sucesso", avaliou Lewandowski.
OBS: VISÃO DA NOTÍCIA (PROFESSOR QUIRINO)
AO ANALISAR ESSE PLEBISCITO DE DOMINGO DEVE SE TER EM MENTE QUE A DIVISÃO NÃO OCORRERÁ CASO O SIM VENÇA. A PROPOSTA, CASO APROVADA PELO PLEBISCITO, PASSARÁ AINDA PELO CONGRESSO E PELA PRESIDENTA. HÁ UMA CONFUSÃO AO FALARMOS DE PLEBISCITO, POIS MUITOS ACHAM QUE A DIVISÃO SERÁ DECIDIDA NO PLEITO DE DOMINGO, IDEIA EQUIVOCADA E AS VEZES PASSADA PELA PRÓPRIA MÍDIA. ALEM DO FATOR ECONÔMICO, SERÃO ANALISADOS ASPECTOS SOCIAIS, AMBIENTAIS E POLÍTICOS.
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