A presidente Dilma Rousseff afirmou durante entrevista nesta terça (31) em Havana (Cuba) que a política de direitos humanos não pode ser transformada em arma de combate ideológico.
Indagada sobre o tema ao iniciar a entrevista, a presidente ressalvou que era preciso discutir o assunto a partir do que ocorre em todos os países.
"Não é possível fazer dos direitos humanos uma arma de combate político-ideológico. O mundo precisa se convencer de que é algo que todos os países têm de se responsabilizar, inclusive o nosso", declarou.
"Quem atira a primeira pedra, tem telhado de vidro. No Brasil, temos os nossos. Concordo em falar de direitos humanos em uma perspectiva multilateral", afirmou.
No último dia 19, o dissidente Wilman Villar Mendoza morreu em Cuba durante uma greve de fome.
OBS: VISÃO DA NOTÍCIA (PROFESSOR QUIRINO)
O QUE NÃO SE PODE ESQUECER É QUE OS DISSIDENTES DE HOJE PODERÃO SER O GOVERNO DE AMANHA. LOGO, UM PAÍS NÃO DEVE INICIAR OU CONTINUAR UMA APROXIMAÇÃO ECONÔMICA OU POLITICA TENDO COMO BASE OS GOVERNANTES, E SIM O PAÍS COMO UM TODO.LEMBRE SE QUE GOVERNANTES MESMO EM UMA DITADURA NÃO SÃO ETERNOS E EVITAR EM FALAR SOBRE O ASSUNTO OU NÃO RECEBER PESSOAS QUE SÃO CONTRA O REGIME DE DETERMINADOS PAÍSES É UMA JOGADA ARRISCADA, UMA VEZ, QUE OS NÃO OUVIDOS PODEM TAMBÉM NÃO QUEREREM OUVIR NO FUTURO. NOSSA OPOSIÇÃO QUE SE MISTURA COM GOVERNISTAS FORAM OPOSIÇÃO DE FATO DURANTE O REGIME MILITAR E HOJE ESTÃO NO PODER.; LULA FOI RECEBIDO NOS ANOS 70 POR UM PRESIDENTE NORTE AMERICANO, EM FIM, OS TEMPOS SÃO OUTROS E DIPLOMACIA TAMBÉM TEM LIMITES.
Nenhum comentário:
Postar um comentário