quarta-feira, 10 de outubro de 2012

PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA - FÍSICA- MEDICINA


O Prêmio Nobel de Química de 2012 foi oferecido nesta quarta-feira (10) aos pesquisadores Brian K. Kobilka, da Universidade Stanford, e Robert J. Lefkowitz, da Universidade Duke, ambos dos EUA, conforme anúncio da Real Academia de Ciências da Suécia, em Estocolmo.
O prêmio é um reconhecimento a seus estudos sobre receptores acoplados à proteína G (GPCRs, na sigla em inglês) - uma família de receptores situados nas membranas celulares que se ligam a moléculas no exterior e enviam "sinais" para dentro, possibilitando que a célula responda de maneira específica.  As proteínas G são uma classe envolvida nesse tipo de processo dentro das células.

O Prêmio Nobel de Física de 2012 foi oferecido nesta terça-feira (9) ao francês Serge Haroche e ao americano David J. Wineland, ambos de 68 anos, por seus trabalhos com "inovadores métodos experimentais que permitem medição e manipulação de sistemas quânticos individuais".
Eles desenvolveram formas de medir partículas quânticas (de escala minúscula) sem destruí-las, algo que antes parecia inatingível. Os premiados foram escolhidos pela Academia Real de Ciências da Suécia, que concedeu a eles um prêmio de 8 milhões de coroas suecas (US$ 1,2 milhão).
"Eles abriram a porta para uma nova era de experimentação em física quântica", declarou a Academia Real em nota.

O Prêmio Nobel de Medicina de 2012 foi oferecido nesta segunda-feira (8) pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, a dois pesquisadores de células-tronco, o britânico John B. Gurdon, de 79 anos, e o japonês Shinya Yamanaka, de 50.
Os cientistas descobriram, em trabalhos separados por 44 anos de distância, que células adultas podem ser "reprogramadas" para se tornar imaturas e pluripotentes, ou seja, capazes de se especializar em qualquer órgão ou tecido corporal – como nervos, músculos, ossos e pele.
Na natureza, todos os animais se desenvolvem a partir de óvulos fertilizados. Nos primeiros dias após a concepção, o embrião é composto por células imaturas, que acabam virando vários tipos de células durante a formação e o amadurecimento do feto. Assim, cada grupo se especializa e adquire a capacidade de desempenhar uma função específica.
Até então, essa transformação era considerada unidirecional, sem possibilidade de volta. Mas os dois cientistas mudaram o destino delas, ao "atrasar o relógio" responsável pelo crescimento celular. Isso indica que, apesar de o genoma sofrer mudanças com o passar do tempo, essas alterações não são irreversíveis.

VISÃO DA NOTÍCIA ( PROFESSOR QUIRINO)
CANDIDATOS AOS DIVERSOS CONCURSOS ATENÇÃO,  ESSES TEMAS RELACIONADOS A PRÊMIOS NOBEL SEMPRE SÃO COBRADOS EM PROVAS . AOS CANDIDATOS AO CONCURSO DA SEJUS, A ORGANIZADORA VUNESP PODERÁ ABORDAR ESSE TEMA.



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