quarta-feira, 24 de abril de 2013

LIQUIDAÇÃO DO BANCO CRUZEIRO DO SUL


Cruzeiro do Sul
A liquidação do Banco Cruzeiro do Sul, decretada pelo Banco Central , é o último capítulo da história
de uma instituição financeira envolvida em suspeitas de empréstimos fictícios e até lavagem de dinheiro, segundo as autoridades monetárias. A pá de cal ocorreu quando fracassaram as conversas entre o Banco Santander e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que administrava o Cruzeiro do Sul desde intervenção.

Ainda segundo o BC, haveria pelo menos 300.000 empréstimos fictícios contabilizados pelo
Cruzeiro do Sul. Na ocasião, a autoridade monetária avaliava que o rombo do banco seria de 1,5 bilhão de reais. Com o avanço das investigações, o FGC, que assumiu seu controle, constatou que o rombo era bem maior. Ao examinar o balanço patrimonial do Cruzeir do Sul e incorporar também outros itens, como
possíveis provisões para perdas judiciais, o FGC concluiu que o buraco nas contas o banco seria de 2,23 bilhões de reais.

À medida que a intervenção prosseguia começaram a vir à tona outras irregularidades que teriam sido cometidas pelo banco. Segundo a Folha de S.Paulo, o próprio Banco Central teria acusado o Cruzeiro do Sul, em um documento de agosto de 2010, de ser uma “grande lavanderia.








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