segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Na Polônia, COP 19 'prepara terreno' para novo acordo global climático


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COP 19 (Foto: G1)
Com clima de “preparação de terreno”, começa nesta segunda-feira (11) em Varsóvia, na Polônia, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 19), encontro que vai reunir governos de mais de 190 países e discutir o novo acordo global para cortar emissões de gases de efeito estufa.

A reunião dará os primeiros passos na busca pelo novo tratado (ou protocolo) que terá de ser assinado por todos os países em 2015 e entrar em vigor a partir de 2020.
O acordo terá como foco obrigar, por força de lei, ações para redução do lançamento de gases para a atmosfera e, com isso, diminuir os impactos da mudança climática.
Sua criação foi definida na COP 17, realizada na África do Sul em 2011, e terá o objetivo de substituir o Protocolo de Kyoto, criado em 1997 para obrigar nações desenvolvidas a reduzir suas emissões em 5,2%, entre 2008 e 2012, em relação aos níveis de 1990.
Kyoto é considerado ineficaz por diplomatas, cientistas e ambientalistas para conter as mudanças climáticas por não compreender um dos maiores emissores históricos de gases, os Estados Unidos (que não confirmaram sua participação no acordo), e não abrigar potências emergentes, como China, Índia e Brasil, responsáveis atualmente por grande quantidade de emissões.
“O objetivo é que tenhamos claramente o sumário sobre o que será o acordo. Vamos estabelecer exatamente o que vai entrar nele. [Os países vão decidir que] o acordo vai ter esses componentes. Como eles vão estar definidos [no texto] já é outro detalhe e vai ser o trabalho do ano que vem”, disse Tasso Azevedo, consultor de sustentabilidade e clima.
Comentário ( professor Quirino)
As questões climáticas sempre são abordadas em provas de concursos, logo a reunião que ocorre na Polônia esta semana, deve ser acompanhada pelos concurseiros de plantão. Nos últimos anos as frustradas tentativas de firmar um documento que possa frear o aquecimento global incomoda autoridades de diversos países. Não que esse seja o objetivo principal, mas por se tratar de um assunto polêmico e que cada vez mais vem sendo lembrado até mesmo entre os  que vivem por fora dos noticiários.

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