Neste fim de semana foi aprovado o primeiro acordo global para frear as emissões de gases do efeito estufa e para lidar com os impactos da mudança climática.
O acordo determina que seus 195 países signatários ajam para que a temperatura média do planeta sofra uma elevação "muito abaixo de 2°C" até 2100 em comparação à média do planeta antes da Revolução Industrial, mas não detalha exatamente tudo que deverá ser feito para alcançar ese e outros objetivos. É, portanto, uma importante base que ainda precisará ser mais detalhada e discutida pelos países.
Veja abaixo 12 perguntas e respostas sobre o documento aprovado na COP 21, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas,em Paris
Veja abaixo 12 perguntas e respostas sobre o documento aprovado na COP 21, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas,em Paris
Qual é o objetivo do acordo?
São dois principais:
1. Limitar o aquecimento máximo do planeta a uma temperatura média “bem abaixo de 2°C acima dos níveis pré-revolução industrial”, fazendo “esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5°C”. Acima desses limites, o aumento é considerado perigoso pelos cientistas, que fizeram modelos de computador para chegar a esses números. Os níveis pré-industriais são referência porque se considera que eles são anteriores à interferência do homem no clima por meio de gases-estufa.
Qual é o objetivo do acordo?
São dois principais:
1. Limitar o aquecimento máximo do planeta a uma temperatura média “bem abaixo de 2°C acima dos níveis pré-revolução industrial”, fazendo “esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5°C”. Acima desses limites, o aumento é considerado perigoso pelos cientistas, que fizeram modelos de computador para chegar a esses números. Os níveis pré-industriais são referência porque se considera que eles são anteriores à interferência do homem no clima por meio de gases-estufa.
2. Aumentar a habilidade do planeta em se adaptar aos efeitos adversos da mudança do clima que não puderem ser evitados.
O que precisa ser feito?
O que precisa ser feito?
É preciso reduzir a emissão de gases do efeito estufa, como o CO2. Para tal, países precisam parar de queimar combustíveis fósseis como petróleo e carvão, e adotar fontes de energia renováveis, como solar, eólica, hidráulica e biocombustíveis. Processos industriais e agrícolas precisam mudar. O desmatamento tem de ser reduzido.
Como vai ser feito?
Todos os países já fizeram promessas de desacelerar a emissão de gases do efeito estufa, que aquecem o planeta. Essas medidas, conhecidas como INDCs (Contribuições Pretendidas Nacionalmente Determinadas), vão vigorar de 2020 a 2030 e estão agora sacramentadas no Acordo de Paris.
Quem vai pagar?
Os países ricos se comprometeram a bancar US$ 100 bilhões por ano de ações nos países em desenvolvimento entre 2020 e 2025 -- o texto não diz exatamente que país vai pagar quanto. É investimento tanto em corte de emissões (mitigação) quanto em proteger os países da mudança climática (adaptação). O acordo também inclui uma seção de “perdas e danos” para lidar com problemas que já são inevitáveis.
Como vai ser feito?
Todos os países já fizeram promessas de desacelerar a emissão de gases do efeito estufa, que aquecem o planeta. Essas medidas, conhecidas como INDCs (Contribuições Pretendidas Nacionalmente Determinadas), vão vigorar de 2020 a 2030 e estão agora sacramentadas no Acordo de Paris.
Quem vai pagar?
Os países ricos se comprometeram a bancar US$ 100 bilhões por ano de ações nos países em desenvolvimento entre 2020 e 2025 -- o texto não diz exatamente que país vai pagar quanto. É investimento tanto em corte de emissões (mitigação) quanto em proteger os países da mudança climática (adaptação). O acordo também inclui uma seção de “perdas e danos” para lidar com problemas que já são inevitáveis.
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